EUA tem ficha politicamente correta na seleção de trabalhadores. quinta-feira, 2 de julho de 2009
Ficha de emprego nos EUA
EUA tem ficha politicamente correta na seleção de trabalhadores. RS gastou menos em educação em 2008
RS investe menos em educação pelo terceiro ano conscutivo.Olala,
Há uma guerra de números e de percentuais no ar. Refiro-me aos índices de aplicação constitucional em áreas sociais como saúde e educação. A Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, estabelece que nenhum Estado deve investir menos de 25% da receita de impostos em Educação.
Um levantamento do governo federal mostra que o Rio Grande do Sul investiu 18% do orçamento no ano passado em Educação. Foi o pior resultado ente os 27 Estados do país, segundo o Ministério da Educação (MEC).
Esta condição impede o governo gaúcho de fazer convênios para receber recursos da União. A secretária da Educação, Mariza Abreu, contesta o índice e afirma que o Estado investiu, em 2008, 25,57% do orçamento em Educação. Ela coloca na despesa os gastos com a folha dos inativos, que não deve ser incluída neste investimento.
A aplicação de recursos em percentuais inferiores aos previstos em lei já é pratica no governo gaúcho há três anos. Em 2006, investiu 19,78%, em 2007 investiu 17,34%.
Os dados do baixo investimento em educação revelam como Yeda está conseguindo o propalado Déficit Zero. A opção por não efetuar investimentos sociais é uma decisão política cada vez mais visível n o atual governo. Os dados começam a revelar quem são os sujeitos que estão financiando a política de enxugamento fiscal do Estado.
Não temos dúvida que a contenção de gastos em educação é proposta que visa enfraquecer a ação do Estado na Educação, precarizando ainda mais bibliotecas, laboratórios de química e de informática, e, o que é pior, precarizando as carreiras dos servidores.
Pense nisto, enquanto há tempo.
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Piso e teto para o Magistério

Com aplicação do Piso Nacional de Salário professor teria melhoria salarial no RS.
Olala,
Me pediram para fazer uma análise sobre o reflexo do Piso nacional de Salário, proposto pelo Governo Federal e o Piso proposto por alguns Estados, inclusive o Rio Grande do Sul.
Primeiramente é preciso dizer que há uma verdadeira distorção entre o valor do piso dos trabalhadores em cada rede de ensino. A existência de carreiras diferentes faz com que, dependendo do local que o professor lecione, receba o dobro do salário de seu colega que leciona a mesma matéria em outra rede. Não há isonomia.
Para acabar com esta distorção, o Governo Federal encaminhou ao Congresso e obteve aprovação das duas casas legislativas (Câmara e Senado) de um Piso Nacional de Salário - PNS, válido para fixar o salário inicial de todos os professores que atuam no país. Assim, por 40h semanais, o trabalhador recebe o mínimo de R$ 950,00. Sobre este valor, incidem todas as demais vantagens de carreira. O Piso do Governo Federal entra em vigor em 2010.
De forma apressada, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul correu e buscou apoio de SC, SP e MG visando contestar o valor. Encaminhou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade obtendo liminar para não aplicar a medida. E obteve o ganho do recurso, desobrigando ao pagamento do piso. A ação espera o julgamento de mérito no STF.
Para que se tenha uma ideia da oscilação do vencimento, fizemos uma tabela que mostra o que aconteceria com o salário de um professor que possui Licenciatura Plena, trabalha 40h, em início de carreira, se fosse ou não aplicado o PNS. Atualmente este professor receberia R$ 1.126,00. Com a lei do PNS, passaria a receber R$ 1.757,00. Com a proposta sugerida por Yeda/Marisa um professor que ingressasse sob o novo Plano de Carreira receberia R$ 950,00.
É por isso que muitos professores se juntam a outros servidores para protestar e rechaçar as mudanças que a governadora pretende impor nas carreiras do funcionalismo.
Pensem nisto, enquanto há tempo!
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terça-feira, 30 de junho de 2009
A construção de um professor

sexta-feira, 26 de junho de 2009
É possível erradicar analfabetismo?
Podemos reduzir ou minimizar o analfabetismo, mas jamais erradicar porque em toda a sociedade há pessoas impossíveis de alfabetizar.
Olala,
As palavras guardam dentro delas significados diversos significados. Os significados não são neutros e guardam, dentro deles, conotações políticas, isto é, posições defendidas por quem pronuncia ou escreve as palavras.
A palavra Democracia, por exemplo, tem vários significados. Há os radicais que interpretam a palavra ao pé da letra, em geral, apegados aos marcos legais. Há os que aplicam o termo às relações negociadas e dialogadas entre indivíduos de forma participativa.
Mas, há uma palavra cuja aplicação me inquieta. É a palavra erradicar.
Pelo significado denotativo, do dicionário, a palavra significa exterminar, destruir, aniquilar, extirpar, eliminar.
Aprendi, na Sociologia, que não se pode usar esta palavra quando se envolve procedimentos ou relações sociais. E a palavra erradicar é incorretamente usada para afirmar, por exemplo, "erradicar o analfabetismo", "erradicar a pobreza", "erradicar a miséria".
Não é possível eliminar o analfabetismo de forma absoluta, porque sempre haverá, à luz da realidade, um indivíduo que, mesmo que se queira alfabetizar, terá deficiências para tal. Um deficiente mental, por exemplo, não terá a capacidade de alfabetização ou letramento. Logo, como não existe a sociedade perfeita, não se pode atribuir termos radicais, conclusivos.
O que se pode fazer em relação ao analfabetismo, à pobreza e miséria e reduzir, minimizar, combater, mas será impossível "erradicar".
E possível erradicar, uma doença, a erva daninha, um vírus, mas jamais um não-conhecimento.
Se quisermos mostrar o caminho real de nossas palavras temos que adequar os significados à sua real expressão.
Pense nisto, enquanto há tempo!
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terça-feira, 23 de junho de 2009
Consulta tendenciosa na Educação
segunda-feira, 15 de junho de 2009
O preço da crise
Trabalhadores são a parte mais vulnerável em momentos de crise